reu
hoje sento me no banco dos reus tiraram me o chao e o ceu sentado a espera de ser julgado so pesso que deus deixe os cegos ver o que esta acontecer o porque de pra mim parar de amanhecer presente perante juizes que nao conhecem metade da minha passagem tentam perceber quem sou pela minha imagem nao me descrevem como uma pessoa amavel mas sim como um vilao da marvel brincos nas orelhas e tatus descrevem as minhas facetas nao as minhas metas tudo o que diga sao tretas so apresento defeitos poucos conhecimentos transcrevo ignorancia a uma sociedade soberana que fassam de mim po e lama porque neste mundo ja nada me encanta crime que saiba nao cometi e o que pensei escrevi cantei para ti olhos nos olhos diga me a sentenca porcos por porcos mais vale ir ja pa matança o amanha ditara a mudança a minha ausência mostrará a minha presença o corpo vai se mas os feitos ficaram na lembrança que dança no desvaneio e volta a meio de um sentimento infimo como um ultimo supiro susurrado serei eu apos ser julgado por vos ter amado tanto
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