Vão pedir socorro
Onde eu ponho o pé nem uma flor resta com meu machado coloco niggas em baixo do tronco estilo vivem numa floresta eu menso os gajos com o dedo e não com a palma se a ideia erra vencer esse preto, fumaram erva garfos e canivetes, marciano varia, desde puto mato putos sem usar magia burros, inteligentes e poliglotas uns vinham só com inglês, eu respondia com um fuck e um soco inglês desiludi a vossa fé meninos, faço vossos machos mais confiados soltarem gritos femininos, É que o boy cá, ainda que alejado mata niggas a K.O no ring tipo Boyka Pára aí, perdes o pau, antes de cá pilares Paro batimentos rompendo veias e capilares Nem me desloco, atinjo-te onde estás yo Meu verso devolve grandes profissionais ao estágio A vida é passageira Então não faça asneira Um gajo caça haters com uma caçadeira Vão pedir socorro, vão pedir ajuda e socorro Desde que cheguei como gente Dentro do rap game, sou um canibal Isso mesmo, eu como gente Relevo no micro montanha mais alta Desaforos e desforras eu não relevo no micro Mas agito, escrevo versos desafiadores Na esperança de achar o tal que desafia dores Liricista pugilista e apoiante da teoria Maltusianista Eu pus em lista, inúteis rappers como tu, e é espantoso com só cenas inúteis rappas Não compara sons, não compara acções larga as comparações Presto serviços que tu nem prestas, E tu nem prestas (shit) Isto é super arte, não preciso de treinamento para superar-te Meu skills se repete em rimas Mas há putos que acham-se Queens porque repetem rimas
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Onde eu ponho o pé nem uma flor resta com meu machado coloco niggas em baixo do tronco estilo vivem numa floresta eu menso os gajos com o dedo e não com a palma se a ideia erra vencer esse preto, fumaram erva garfos e canivetes, marciano varia, desde puto mato putos sem usar magia burros, inteligentes e poliglotas uns vinham só com inglês, eu respondia com um fuck e um soco inglês desiludi a vossa fé meninos, faço vossos machos mais confiados soltarem gritos femininos, É que o boy cá, ainda que alejado mata niggas a K.O no ring tipo Boyka Pára aí, perdes o pau, antes de cá pilares Paro batimentos rompendo veias e capilares Nem me desloco, atinjo-te onde estás yo Meu verso devolve grandes profissionais ao estágio A vida é passageira Então não faça asneira Um gajo caça haters com uma caçadeira Vão pedir socorro, vão pedir ajuda e socorro Desde que cheguei como gente Dentro do rap game, sou um canibal Isso mesmo, eu como gente Relevo no micro montanha mais alta Desaforos e desforras eu não relevo no micro Mas agito, escrevo versos desafiadores Na esperança de achar o tal que desafia dores Liricista pugilista e apoiante da teoria Maltusianista Eu pus em lista, inúteis rappers como tu, e é espantoso com só cenas inúteis rappas Não compara sons, não compara acções larga as comparações Presto serviços que tu nem prestas, E tu nem prestas (shit) Isto é super arte, não preciso de treinamento para superar-te Meu skills se repete em rimas Mas há putos que acham-se Queens porque repetem rimas