eco
Ecos da Madrugada (Intro) Yeah... A cidade dorme... Mas minha mente continua acordada. (Verso 1) A fumaça sobe enquanto o tempo desacelera, Cada lembrança chega como se ainda me espera. O quarto tá vazio, mas cheio de memória, Cada detalhe ainda conta nossa história. A chuva cai batendo na janela sem parar, E eu escuto o silêncio querendo conversar. As horas passam lentas, parece eternidade, Tudo virou lembrança dentro da saudade. As ruas continuam no mesmo lugar, Mas nada tem o mesmo jeito de olhar. O vento leva folhas, leva o som da cidade, Mas nunca conseguiu levar a verdade. (Refrão) Eu fecho os olhos e tudo volta outra vez, Como se o tempo não tivesse feito o que fez. Cada batida dessa lembra o que ficou, Mesmo no silêncio, teu nome nunca calou. Eu sigo ouvindo o eco da nossa canção, Misturado com a fumaça e a escuridão. Se o destino escreveu outro final, Ainda guardo cada cena como algo surreal. (Verso 2) As luzes refletem no chão molhado da avenida, Enquanto cada lembrança invade minha mente distraída. Nenhuma fotografia consegue mostrar, Tudo aquilo que ficou sem conseguir falar. Os bancos da praça ainda estão por lá, Como se esperassem alguém voltar. O céu muda de cor antes do amanhecer, Mas algumas coisas nunca deixam de acontecer. Cada esquina parece chamar meu nome, Cada silêncio responde e me consome. Não existe distância pra apagar o que marcou, Nem existe relógio que conserte o que passou. (Ponte) Talvez o vento leve essa melodia, Pra algum lugar onde ainda exista sintonia. Sem promessas, sem perguntas, sem resposta, Só lembranças batendo na porta. (Verso 3) A madrugada conhece todos os meus pensamentos, Ela viu cada segundo, cada sentimento. Enquanto o mundo inteiro tenta descansar, Minha memória insiste em voltar. Não preciso dizer mais nada, cê vai entender, Tem histórias que nunca deixam de viver. Cada verso nasceu do que ficou guardado, Mesmo com o tempo tendo passado. (Final) Yeah... A cidade desperta... Mas algumas lembranças nunca vão dormir.
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Ecos da Madrugada (Intro) Yeah... A cidade dorme... Mas minha mente continua acordada. (Verso 1) A fumaça sobe enquanto o tempo desacelera, Cada lembrança chega como se ainda me espera. O quarto tá vazio, mas cheio de memória, Cada detalhe ainda conta nossa história. A chuva cai batendo na janela sem parar, E eu escuto o silêncio querendo conversar. As horas passam lentas, parece eternidade, Tudo virou lembrança dentro da saudade. As ruas continuam no mesmo lugar, Mas nada tem o mesmo jeito de olhar. O vento leva folhas, leva o som da cidade, Mas nunca conseguiu levar a verdade. (Refrão) Eu fecho os olhos e tudo volta outra vez, Como se o tempo não tivesse feito o que fez. Cada batida dessa lembra o que ficou, Mesmo no silêncio, teu nome nunca calou. Eu sigo ouvindo o eco da nossa canção, Misturado com a fumaça e a escuridão. Se o destino escreveu outro final, Ainda guardo cada cena como algo surreal. (Verso 2) As luzes refletem no chão molhado da avenida, Enquanto cada lembrança invade minha mente distraída. Nenhuma fotografia consegue mostrar, Tudo aquilo que ficou sem conseguir falar. Os bancos da praça ainda estão por lá, Como se esperassem alguém voltar. O céu muda de cor antes do amanhecer, Mas algumas coisas nunca deixam de acontecer. Cada esquina parece chamar meu nome, Cada silêncio responde e me consome. Não existe distância pra apagar o que marcou, Nem existe relógio que conserte o que passou. (Ponte) Talvez o vento leve essa melodia, Pra algum lugar onde ainda exista sintonia. Sem promessas, sem perguntas, sem resposta, Só lembranças batendo na porta. (Verso 3) A madrugada conhece todos os meus pensamentos, Ela viu cada segundo, cada sentimento. Enquanto o mundo inteiro tenta descansar, Minha memória insiste em voltar. Não preciso dizer mais nada, cê vai entender, Tem histórias que nunca deixam de viver. Cada verso nasceu do que ficou guardado, Mesmo com o tempo tendo passado. (Final) Yeah... A cidade desperta... Mas algumas lembranças nunca vão dormir.
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