versão 2 - faca minha amante
açougueiro e faca cortes perfeitos pega na carne faca amante sua proteína nossa missão sua satisfação corta,limpa sem parar guerreiro Verso 1: No corte preciso, como um açougueiro, Faca na mão, sou o rei do jogo, verdadeiro. Ritmo hipnótico, mente afiada, Cortando as mentiras, a verdade é sagrada. Verso 2: Sangue frio, no asfalto eu caminho, Cada passo um golpe, eu sigo sozinho. Na mesa da vida, eu sirvo o que eu quero, Sabor amargo, mas eu sou o tempero. Verso 3: Faca reluzente, corta como um verso, Na selva urbana, o destino é diverso. Açougueiro da rima, eu trato com cuidado, No mercado das ideias, eu sou o mais afamado. Verso 4: Sangue e suor, a receita do sucesso, No jogo da vida, eu nunca me esqueço. Corte preciso, a pressão é constante, Sou o açougueiro, a faca é minha amante. açougueiro e faca cortes perfeitos pega na carne sua proteína nossa missão sua satisfação corta,limpa sem parar guerreiro Verso 1: No corte preciso, como um açougueiro, Faca na mão, sou o rei do jogo, verdadeiro. Ritmo hipnótico, mente afiada, Cortando as mentiras, a verdade é sagrada. Verso 2: Sangue frio, no asfalto eu caminho, Cada passo um golpe, eu sigo sozinho. Na mesa da vida, eu sirvo o que eu quero, Sabor amargo, mas eu sou o tempero. Verso 3: Faca reluzente, corta como um verso, Na selva urbana, o destino é diverso. Açougueiro da rima, eu trato com cuidado, No mercado das ideias, eu sou o mais afamado. Verso 4: Sangue e suor, a receita do sucesso, No jogo da vida, eu nunca me esqueço. Corte preciso, a pressão é constante, Sou o açougueiro, a faca é minha amante. Verso 1: No jogo da vida, eu sou o açougueiro, Cortando as mentiras, afiando o meu canteiro. Faca na mão, eu enfrento a batalha, Desfiando os sonhos, mas nunca perco a sala. Verso 2: No chão da favela, sangue e suor, Entre os cortes da dor, eu busco o amor. Cada fatia, uma história pra contar, Entre os gritos da rua, eu aprendi a lutar. Verso 3: Na mesa do crime, o peso é pesado, Mas com a lâmina firme, eu sigo afiado. Corte preciso, não deixo escapar, Na arte da vida, eu vim pra reinar. Verso 4: Entre o frio do aço e o calor da razão, Sou o açougueiro que corta a ilusão. Com cada golpe, um verso, uma lição, Na batida do rap, eu busco a salvação.
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açougueiro e faca cortes perfeitos pega na carne faca amante sua proteína nossa missão sua satisfação corta,limpa sem parar guerreiro Verso 1: No corte preciso, como um açougueiro, Faca na mão, sou o rei do jogo, verdadeiro. Ritmo hipnótico, mente afiada, Cortando as mentiras, a verdade é sagrada. Verso 2: Sangue frio, no asfalto eu caminho, Cada passo um golpe, eu sigo sozinho. Na mesa da vida, eu sirvo o que eu quero, Sabor amargo, mas eu sou o tempero. Verso 3: Faca reluzente, corta como um verso, Na selva urbana, o destino é diverso. Açougueiro da rima, eu trato com cuidado, No mercado das ideias, eu sou o mais afamado. Verso 4: Sangue e suor, a receita do sucesso, No jogo da vida, eu nunca me esqueço. Corte preciso, a pressão é constante, Sou o açougueiro, a faca é minha amante. açougueiro e faca cortes perfeitos pega na carne sua proteína nossa missão sua satisfação corta,limpa sem parar guerreiro Verso 1: No corte preciso, como um açougueiro, Faca na mão, sou o rei do jogo, verdadeiro. Ritmo hipnótico, mente afiada, Cortando as mentiras, a verdade é sagrada. Verso 2: Sangue frio, no asfalto eu caminho, Cada passo um golpe, eu sigo sozinho. Na mesa da vida, eu sirvo o que eu quero, Sabor amargo, mas eu sou o tempero. Verso 3: Faca reluzente, corta como um verso, Na selva urbana, o destino é diverso. Açougueiro da rima, eu trato com cuidado, No mercado das ideias, eu sou o mais afamado. Verso 4: Sangue e suor, a receita do sucesso, No jogo da vida, eu nunca me esqueço. Corte preciso, a pressão é constante, Sou o açougueiro, a faca é minha amante. Verso 1: No jogo da vida, eu sou o açougueiro, Cortando as mentiras, afiando o meu canteiro. Faca na mão, eu enfrento a batalha, Desfiando os sonhos, mas nunca perco a sala. Verso 2: No chão da favela, sangue e suor, Entre os cortes da dor, eu busco o amor. Cada fatia, uma história pra contar, Entre os gritos da rua, eu aprendi a lutar. Verso 3: Na mesa do crime, o peso é pesado, Mas com a lâmina firme, eu sigo afiado. Corte preciso, não deixo escapar, Na arte da vida, eu vim pra reinar. Verso 4: Entre o frio do aço e o calor da razão, Sou o açougueiro que corta a ilusão. Com cada golpe, um verso, uma lição, Na batida do rap, eu busco a salvação.
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