Ice friends
um milhão de brigas e juras fica nítido que juntos ou separados é um aperto de mão e postura cada um de força e covardia praticando igualdade nas formalidades e dimensões que não escondo nosso melhor mesmo rudi dizendo deduzindo horizonte pela boca de quem sorria e não mentia por embarca na solidão mais esperta por maturidade tomando vários tocos me julga e me diga se torto reclamar lutando pelo soco que acreditava no cinismo sádico fechando pelo certo corrompido desrespeito a chegar tomando intimidade comigo já indesejável por pesadelos e comando alcoólico recaída de relatos por conhecimento ha deixar o degustativo antes larica saudados por manifestos raro que encarava meu dedo médio longe de lavar ouvido poluído por gritos de um jeito ou recreio de expor num aperto de mão ter tudo que cuspia no prato do jeito certamente que acomodava sensação de tela empatia por redes psicóticas já acostumado a se render ao fruit fumando um Luky dablow que passava aprendizado ao sujeito mediúnicos de tanta profecia que tirei a juntar alguém que suporte seu estado frenético pela smaltec e curtindo um som ligado apresentando sorte minha maior lembrança de comprimentos expressivos trocando discos me deslumbrado de levar longe coincidência de blefar com um som foda ligado no baixo gravidade exposta na carência que me fumavamos do mesmo maço dividindo mesmo cigarro gravando as maiores loucuras de saltos mais defeituoso diretamente onde as escolhas soam em segredo sobre poesia vaga guardando a suportar sigilos com medo que vc nunca sugeriu uma promessa contra mim sempre com a planta na boca descendo linhas e mais linhas
You may also like

Leave a comment
um milhão de brigas e juras fica nítido que juntos ou separados é um aperto de mão e postura cada um de força e covardia praticando igualdade nas formalidades e dimensões que não escondo nosso melhor mesmo rudi dizendo deduzindo horizonte pela boca de quem sorria e não mentia por embarca na solidão mais esperta por maturidade tomando vários tocos me julga e me diga se torto reclamar lutando pelo soco que acreditava no cinismo sádico fechando pelo certo corrompido desrespeito a chegar tomando intimidade comigo já indesejável por pesadelos e comando alcoólico recaída de relatos por conhecimento ha deixar o degustativo antes larica saudados por manifestos raro que encarava meu dedo médio longe de lavar ouvido poluído por gritos de um jeito ou recreio de expor num aperto de mão ter tudo que cuspia no prato do jeito certamente que acomodava sensação de tela empatia por redes psicóticas já acostumado a se render ao fruit fumando um Luky dablow que passava aprendizado ao sujeito mediúnicos de tanta profecia que tirei a juntar alguém que suporte seu estado frenético pela smaltec e curtindo um som ligado apresentando sorte minha maior lembrança de comprimentos expressivos trocando discos me deslumbrado de levar longe coincidência de blefar com um som foda ligado no baixo gravidade exposta na carência que me fumavamos do mesmo maço dividindo mesmo cigarro gravando as maiores loucuras de saltos mais defeituoso diretamente onde as escolhas soam em segredo sobre poesia vaga guardando a suportar sigilos com medo que vc nunca sugeriu uma promessa contra mim sempre com a planta na boca descendo linhas e mais linhas