Título: Algoritmo Humano
Título: Algoritmo Humano (Intro - Batida grave, lenta, com um som de "glitch" eletrônico) Yeah. Desconecta o cabo... Ouve o silêncio entre os bits. Check, um, dois. (Verso 1) Eu vi o mundo virar pixel, a visão em 4K Mas a alma tá embaçada, difícil de focar Gente empilhando "like" pra ver se o ego sustenta Enquanto a vida real é um café que não esquenta. Tô num labirinto de abas, janelas e links Onde o silêncio é pecado e ninguém mais reflete ou pensa (thinks) O dedo desliza no vidro, buscando uma saída Mas a tela é o espelho que distorce a própria vida. Me chamam de usuário, mas quem usa quem? Se o feed dita o passo e o cansaço vem também Sou um código aberto em sistema fechado Buscando o arquivo do meu "eu" que foi deletado. (Refrão) Eu não sou algoritmo, eu sou batimento Não sou processador, eu sou sentimento! O sistema trava quando eu começo a sonhar Eles querem me prever, mas eu vim pra improvisar. (Improvisar... Yeah!) (Verso 2) A batida é o meu norte, o flow é o meu Wi-Fi Conexão interna que nunca cai, nunca sai Troco o "scroll" infinito pelo horizonte de verdade Poesia é o firewall contra a mediocridade. Eles querem meu dado, eu entrego meu suor Eles querem o padrão, eu entrego o meu melhor Se a inteligência é artificial, a minha é orgânica Rimo na calma enquanto o mundo entra em pânico. Minha memória RAM não esquece de onde eu vim Cada erro é um "bug" que me ensina a ser assim Não me rotule em pastas, não me limite em bytes Eu sou o fogo vivo que apaga esses "highlights". (Ponte) (Voz com efeito de eco) Atualizando... 1%... 50%... Erro de sistema. A humanidade não é compatível com a frieza. (Final) Reinicia o sistema, mas deixa a tela desligada. A luz que importa não vem da tomada. É o rap. É a vida. Offline... mas vivendo.
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Título: Algoritmo Humano (Intro - Batida grave, lenta, com um som de "glitch" eletrônico) Yeah. Desconecta o cabo... Ouve o silêncio entre os bits. Check, um, dois. (Verso 1) Eu vi o mundo virar pixel, a visão em 4K Mas a alma tá embaçada, difícil de focar Gente empilhando "like" pra ver se o ego sustenta Enquanto a vida real é um café que não esquenta. Tô num labirinto de abas, janelas e links Onde o silêncio é pecado e ninguém mais reflete ou pensa (thinks) O dedo desliza no vidro, buscando uma saída Mas a tela é o espelho que distorce a própria vida. Me chamam de usuário, mas quem usa quem? Se o feed dita o passo e o cansaço vem também Sou um código aberto em sistema fechado Buscando o arquivo do meu "eu" que foi deletado. (Refrão) Eu não sou algoritmo, eu sou batimento Não sou processador, eu sou sentimento! O sistema trava quando eu começo a sonhar Eles querem me prever, mas eu vim pra improvisar. (Improvisar... Yeah!) (Verso 2) A batida é o meu norte, o flow é o meu Wi-Fi Conexão interna que nunca cai, nunca sai Troco o "scroll" infinito pelo horizonte de verdade Poesia é o firewall contra a mediocridade. Eles querem meu dado, eu entrego meu suor Eles querem o padrão, eu entrego o meu melhor Se a inteligência é artificial, a minha é orgânica Rimo na calma enquanto o mundo entra em pânico. Minha memória RAM não esquece de onde eu vim Cada erro é um "bug" que me ensina a ser assim Não me rotule em pastas, não me limite em bytes Eu sou o fogo vivo que apaga esses "highlights". (Ponte) (Voz com efeito de eco) Atualizando... 1%... 50%... Erro de sistema. A humanidade não é compatível com a frieza. (Final) Reinicia o sistema, mas deixa a tela desligada. A luz que importa não vem da tomada. É o rap. É a vida. Offline... mas vivendo.
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