Espaço
Às vezes eu paro e sinto o peito a falar baixo, Um eco que ninguém ouve, mas que pesa no meu espaço. E eu tento ser forte, tento rir do que dói, Mas quando a noite cai… é só eu, e mais ninguém depois. (Pré-refrão) E o mundo gira, mas eu fico parado, Tentando entender o que ficou quebrado. (Refrão) As estrelas brilham, mas aqui dentro tudo apaga, O céu fala por si, mas a minha voz se embala. Eu tento seguir, mesmo quando já não há caminho, Porque além de mim… eu só carrego o meu destino. (Verso 2) Há memórias que voltam como chuva num telhado, E cada gota traz um nome que já ficou calado. Eu procuro respostas num céu cinzento e torto, Mas as perguntas que doem… ficam sempre por perto. (Pré-refrão) E eu prometo a mim mesmo não perder o chão, Mesmo quando a alma pesa mais que a razão. (Refrão) As estrelas brilham, mas aqui dentro tudo apaga, O céu fala por si, mas a minha voz se embala. Eu tento seguir, mesmo quando já não há caminho, Porque além de mim… eu só carrego o meu destino. (Ponte) E se eu cair, que seja no meu próprio abraço, Pra lembrar que ser humano também é ser pedaço. E mesmo quando sinto que nada é por mim… Eu levanto devagar, pra continuar, enfim. (Refrão Final) As estrelas brilham — mesmo quando eu não vejo, O céu fala por si — e eu escuto em silêncio. E por mais que doa andar sozinho, Além de mim… eu ainda invento o meu caminho.
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Às vezes eu paro e sinto o peito a falar baixo, Um eco que ninguém ouve, mas que pesa no meu espaço. E eu tento ser forte, tento rir do que dói, Mas quando a noite cai… é só eu, e mais ninguém depois. (Pré-refrão) E o mundo gira, mas eu fico parado, Tentando entender o que ficou quebrado. (Refrão) As estrelas brilham, mas aqui dentro tudo apaga, O céu fala por si, mas a minha voz se embala. Eu tento seguir, mesmo quando já não há caminho, Porque além de mim… eu só carrego o meu destino. (Verso 2) Há memórias que voltam como chuva num telhado, E cada gota traz um nome que já ficou calado. Eu procuro respostas num céu cinzento e torto, Mas as perguntas que doem… ficam sempre por perto. (Pré-refrão) E eu prometo a mim mesmo não perder o chão, Mesmo quando a alma pesa mais que a razão. (Refrão) As estrelas brilham, mas aqui dentro tudo apaga, O céu fala por si, mas a minha voz se embala. Eu tento seguir, mesmo quando já não há caminho, Porque além de mim… eu só carrego o meu destino. (Ponte) E se eu cair, que seja no meu próprio abraço, Pra lembrar que ser humano também é ser pedaço. E mesmo quando sinto que nada é por mim… Eu levanto devagar, pra continuar, enfim. (Refrão Final) As estrelas brilham — mesmo quando eu não vejo, O céu fala por si — e eu escuto em silêncio. E por mais que doa andar sozinho, Além de mim… eu ainda invento o meu caminho.
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