Menina favelana_3

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Menina favelana_3

(Yeah) Tenho vinte e três na cara, na sola carrego o asfalto, Ana Victória, favelana, o olhar dela é um assalto. Ela curte vida boa, não quer mimo nem detalhe, Mas fala aí, quem é que gosta de viver no baile e passar mal? Dei uma rosa no caminho, fui tirando os espinho, Pus na mesa, sem romance, só respeito no instinto. Ela varreu, jogou no chão — eu vi, fiquei tipo um tonto, Acordei pra realidade: amizade é o ponto. Podemos ser parceiro, confiança, trampo e foco, Mas não é sentimento, mano, e tá tudo certo, eu topo. Não me quebra o coração, só me bota no meu eixo, Tava viajando alto, mas voltei pro meu reflexo. Três dias no apê, eu criei cena de novela, Sou sonhador demais, ela é fria, tipo estrela. Sei que é bela, e bela sabe que encanta o sistema, Mas não é amor, é só afeto que vira dilema. Uso pó, ela sabe — eu sou rua, não modelo, Mesmo assim tem conexão, algo sujo, mas sincero. Sou bandido de bom senso, não confunde, não regaça, Os conselho eu aceito, mas bronca? já é palhaçada. Não sou do país violento, mas vivi mais que parece, Cara de bobo na pista, mas a alma tem ferrete. Podemos recomeçar, sem gastar nem um centavo, Só um rolê na tarde e o resto, o tempo paga o saldo. Grana vai, grana vem, eu gasto pra me curar, Pocahontas é bonita, mas não vai me segurar. Sem rancor, sem cobrança, o jogo é o mesmo no fim, Cês são belas, eu sou fraco, mas fiel ao que eu vivi. Favelana, corpo raro, mente fria, língua afiada, Diz que é bruxa, e eu sou bruxo, mistura amaldiçoada. Se o destino for trair, que seja em beat pesado, Drill na veia, 150, e o passado foi riscado.

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8 months ago

(Yeah) Tenho vinte e três na cara, na sola carrego o asfalto, Ana Victória, favelana, o olhar dela é um assalto. Ela curte vida boa, não quer mimo nem detalhe, Mas fala aí, quem é que gosta de viver no baile e passar mal? Dei uma rosa no caminho, fui tirando os espinho, Pus na mesa, sem romance, só respeito no instinto. Ela varreu, jogou no chão — eu vi, fiquei tipo um tonto, Acordei pra realidade: amizade é o ponto. Podemos ser parceiro, confiança, trampo e foco, Mas não é sentimento, mano, e tá tudo certo, eu topo. Não me quebra o coração, só me bota no meu eixo, Tava viajando alto, mas voltei pro meu reflexo. Três dias no apê, eu criei cena de novela, Sou sonhador demais, ela é fria, tipo estrela. Sei que é bela, e bela sabe que encanta o sistema, Mas não é amor, é só afeto que vira dilema. Uso pó, ela sabe — eu sou rua, não modelo, Mesmo assim tem conexão, algo sujo, mas sincero. Sou bandido de bom senso, não confunde, não regaça, Os conselho eu aceito, mas bronca? já é palhaçada. Não sou do país violento, mas vivi mais que parece, Cara de bobo na pista, mas a alma tem ferrete. Podemos recomeçar, sem gastar nem um centavo, Só um rolê na tarde e o resto, o tempo paga o saldo. Grana vai, grana vem, eu gasto pra me curar, Pocahontas é bonita, mas não vai me segurar. Sem rancor, sem cobrança, o jogo é o mesmo no fim, Cês são belas, eu sou fraco, mas fiel ao que eu vivi. Favelana, corpo raro, mente fria, língua afiada, Diz que é bruxa, e eu sou bruxo, mistura amaldiçoada. Se o destino for trair, que seja em beat pesado, Drill na veia, 150, e o passado foi riscado.

8 months ago

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