Michael Afton ( Carcaça de um Afton )

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Michael Afton ( Carcaça de um Afton )

🎧 Michael Afton – “Carcaça de um Afton” (Estilo: Iron Master / Interpretação sombria e emocional) [Intro – Sussurrado] Heh… Pai… Olha o que restou da tua criação… Você fez monstros… E eu virei um deles. [Verso 1] Eu lembro das risadas, das luzes piscando, Daquela pizzaria… as crianças dançando, Mas tudo apodreceu dentro dessas paredes, E agora eu sou parte das mesmas correntes. O sangue seca, mas o erro não some, Carrego o peso de um maldito sobrenome, Afton... o nome que o inferno repete, Um ciclo de culpa que nunca se esquece. [Pré-Refrão] O tempo passou, mas eu ainda escuto, Os gritos da noite, o som do luto, Tentei consertar o que ele destruiu, Mas conserto nenhum cura o que eu já fui. [Refrão] Sou só a carcaça de um Afton, sem alma e sem perdão, Um corpo vazio, guiado pela redenção, A luz já se foi, só restou escuridão, E eu caminho sozinho, entre os ecos da prisão. [Verso 2] Meu irmão... eu te perdi sem querer, Mas cada noite eu volto pra te proteger, Mesmo morto, mesmo frio, mesmo torto, Eu carrego a culpa, mesmo dentro desse corpo. O ferro range, a dor consome, As almas choram o mesmo nome, William… seu legado é ruína, E eu pago o preço da sua obra maldita. [Ponte – Tom de desespero] Olha pra mim, pai! Foi isso que você fez! Um filho perdido, preso num corpo outra vez! As engrenagens giram, e eu grito em vão, Mas o que resta de mim já não é um cristão... [Refrão Final] Sou só a carcaça de um Afton, perdido na escuridão, Um eco quebrado da própria criação, A máquina respira, mas o homem não, Sou o fantasma da culpa… e essa é minha maldição. [Outro – Voz baixa e metálica] Heh… Entre fios e dor... Ainda há um coração… Mas ele não bate mais... Só range... Como o resto da minha punição.

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8 months ago

🎧 Michael Afton – “Carcaça de um Afton” (Estilo: Iron Master / Interpretação sombria e emocional) [Intro – Sussurrado] Heh… Pai… Olha o que restou da tua criação… Você fez monstros… E eu virei um deles. [Verso 1] Eu lembro das risadas, das luzes piscando, Daquela pizzaria… as crianças dançando, Mas tudo apodreceu dentro dessas paredes, E agora eu sou parte das mesmas correntes. O sangue seca, mas o erro não some, Carrego o peso de um maldito sobrenome, Afton... o nome que o inferno repete, Um ciclo de culpa que nunca se esquece. [Pré-Refrão] O tempo passou, mas eu ainda escuto, Os gritos da noite, o som do luto, Tentei consertar o que ele destruiu, Mas conserto nenhum cura o que eu já fui. [Refrão] Sou só a carcaça de um Afton, sem alma e sem perdão, Um corpo vazio, guiado pela redenção, A luz já se foi, só restou escuridão, E eu caminho sozinho, entre os ecos da prisão. [Verso 2] Meu irmão... eu te perdi sem querer, Mas cada noite eu volto pra te proteger, Mesmo morto, mesmo frio, mesmo torto, Eu carrego a culpa, mesmo dentro desse corpo. O ferro range, a dor consome, As almas choram o mesmo nome, William… seu legado é ruína, E eu pago o preço da sua obra maldita. [Ponte – Tom de desespero] Olha pra mim, pai! Foi isso que você fez! Um filho perdido, preso num corpo outra vez! As engrenagens giram, e eu grito em vão, Mas o que resta de mim já não é um cristão... [Refrão Final] Sou só a carcaça de um Afton, perdido na escuridão, Um eco quebrado da própria criação, A máquina respira, mas o homem não, Sou o fantasma da culpa… e essa é minha maldição. [Outro – Voz baixa e metálica] Heh… Entre fios e dor... Ainda há um coração… Mas ele não bate mais... Só range... Como o resto da minha punição.

8 months ago

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