coração das ruas
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trago dispero, foi o que o niga falava, No meio da rua, a vida é uma batalha, Sonhos pesados, tipo ouro na balança, Caminho na sombra, mas nunca perco a esperança. Os manos tão firmes, a meta é a grana, Cada esquina um risco, mas a mente é insana, Contando as notas, o tempo não para, Na selva de pedra, a vida é rara. Fui de baixo, agora eu tô no topo, Rimas afiadas, cortando como um foço, No jogo da vida, eu sou o maestro, Com a voz do povo, sussurros de desprezo. Olhos no prêmio, não dá pra vacilar, A luta é constante, não posso parar, O que eu trago é peso, é verdade na fala, Aqui não tem medo, é só quem não cala. ou
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trago dispero, foi o que o niga falava, No meio da rua, a vida é uma batalha, Sonhos pesados, tipo ouro na balança, Caminho na sombra, mas nunca perco a esperança. Os manos tão firmes, a meta é a grana, Cada esquina um risco, mas a mente é insana, Contando as notas, o tempo não para, Na selva de pedra, a vida é rara. Fui de baixo, agora eu tô no topo, Rimas afiadas, cortando como um foço, No jogo da vida, eu sou o maestro, Com a voz do povo, sussurros de desprezo. Olhos no prêmio, não dá pra vacilar, A luta é constante, não posso parar, O que eu trago é peso, é verdade na fala, Aqui não tem medo, é só quem não cala. ou