o após calipso - dxzn
Eu sofri ,eu sou frio , tô firme No free , desliguei meus sentidos meu fi Uma hora eu canso daqui , Viajei nesse mundo Neste momento eu me sinto puro Sou rato sou vagabundo Vagando nós becos escuros Na sombra que me seguia A luz me cega de dia Esquenta meu corpo e me traz vida Alguns viveu na rotina Uns visitantes passados no seu dia a dia Quero movimentar uma rima Elaborada por minhas feridas Um contexto desliga meu fardo Ruma dores que cultiva Algo inesperado em um ó Algo do algoritmo Claro que significa Eu sou o que sou menor Não o que tu imagina Acelerando pra cima Conforme eu me adapto mais pesado que suportaria Sozinho eu não consigo Sem Deus não aguentaria Me mover Acordar ou caminhar Qual propósito da vida Por qual água navegar Em torno desse desafio Que pra uns são impossível Mundo de miragens vista Realista raciocina Venha orar comigo Até no fim desse caminho Vamos desvendar O após calipso Em livre arbítrio Com humor maligno Descente, o que te faz ser digno Em indignado Indigestivo Incoerente Indisponível Com razões monocromática Menografado Desafiado A fazer do mundo um lugar sagrado E de verdade Entende que amar o mundo e a vaidade Com excesso e gula Degustamente aprofunda Em se equilibrar Mais não afunda No ton de luta No dom de nada Obrigatorio Não se perder no próprio ódio De raiva engula Desculpa Antes que te culpa Em busca da cura Encontra fraqueza Diante a riqueza O puro tem sorte A sorte impureza O sangue da preza Ou seu corpo ferido Seu próprio inimigo já foi teu amigo Tu mesmo conhece quem é teu presente Porque seu passado já foi teu presente O futuro e frequente A frequência da vida E suas fragrâncias divina Que te ilumina
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Eu sofri ,eu sou frio , tô firme No free , desliguei meus sentidos meu fi Uma hora eu canso daqui , Viajei nesse mundo Neste momento eu me sinto puro Sou rato sou vagabundo Vagando nós becos escuros Na sombra que me seguia A luz me cega de dia Esquenta meu corpo e me traz vida Alguns viveu na rotina Uns visitantes passados no seu dia a dia Quero movimentar uma rima Elaborada por minhas feridas Um contexto desliga meu fardo Ruma dores que cultiva Algo inesperado em um ó Algo do algoritmo Claro que significa Eu sou o que sou menor Não o que tu imagina Acelerando pra cima Conforme eu me adapto mais pesado que suportaria Sozinho eu não consigo Sem Deus não aguentaria Me mover Acordar ou caminhar Qual propósito da vida Por qual água navegar Em torno desse desafio Que pra uns são impossível Mundo de miragens vista Realista raciocina Venha orar comigo Até no fim desse caminho Vamos desvendar O após calipso Em livre arbítrio Com humor maligno Descente, o que te faz ser digno Em indignado Indigestivo Incoerente Indisponível Com razões monocromática Menografado Desafiado A fazer do mundo um lugar sagrado E de verdade Entende que amar o mundo e a vaidade Com excesso e gula Degustamente aprofunda Em se equilibrar Mais não afunda No ton de luta No dom de nada Obrigatorio Não se perder no próprio ódio De raiva engula Desculpa Antes que te culpa Em busca da cura Encontra fraqueza Diante a riqueza O puro tem sorte A sorte impureza O sangue da preza Ou seu corpo ferido Seu próprio inimigo já foi teu amigo Tu mesmo conhece quem é teu presente Porque seu passado já foi teu presente O futuro e frequente A frequência da vida E suas fragrâncias divina Que te ilumina