pra nao dizer que nao falei de flores

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pra nao dizer que nao falei de flores

queria fazer um rap em que eu nao falasse de tiros onde todos tivessem bens meus manos bem firmes e vivos e nao colocar na letra o estpim e o gatilho falar de pais e maes irmaos e filhos da esperança em sublimes trilhos pra nao falar dos milho nem dos pipoca nem das revoltas ou escolhas tortas que so terminam em covas das duras provas que a parte nos reprova onde nos campos de centeio euĺ vejo tanta gente morta fazer uma canção pra tocar no radio de seu coração e inspirasse amor do jovem ao senhor do valor da legitimidade ancestral da minha cor onde o respeito fosse a bola da vez e talvez eu cante um dia assim para vocês pois por enquanto eu vejo apenas o bagulho doido queria um dia eu cantar uma canção pra todos pois por enquanto somente poucos pois so os louco entende que a paz so pra alguns nao é paz sequer é permanente com um boom bap ao fundo entre scrash bom quem sabe um som de tom jobim eu fazendo verso de uma tarde quente de verao sem fim seria assim mas ai de mim infeliz por ter que fazer um som em cima da mina chamada de preta fedida,macaca por ter o desprazer de viver numa sociedade de justiça falha esquecer a abordagem rotineira que termina em velório dos manos se matando nos guetos porque plantaram somente pra si todo o ódio é tanta raiva e angustia que que nao cabe apenas em uma canção olhar as chances perdidas as vidas feridas nos centros periféricos nem frisar ao falar quando se enrica com a fé alheia nos núcleos evangélicos queria um rap lindo sem falar de problemas do rodo cotidiano que agente infelizmente enfrenta queria falar de flores mas olhando ao redor so resta espinho pisaram as flores so restam dores queria eu ser positivo nessa canção dizer que na nação nao tem alguem sangrando no chao com um coral e uma melodia linda e harmoniosa pra eu poder falar de rosa e nao de polvora

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4 years ago

queria fazer um rap em que eu nao falasse de tiros onde todos tivessem bens meus manos bem firmes e vivos e nao colocar na letra o estpim e o gatilho falar de pais e maes irmaos e filhos da esperança em sublimes trilhos pra nao falar dos milho nem dos pipoca nem das revoltas ou escolhas tortas que so terminam em covas das duras provas que a parte nos reprova onde nos campos de centeio euĺ vejo tanta gente morta fazer uma canção pra tocar no radio de seu coração e inspirasse amor do jovem ao senhor do valor da legitimidade ancestral da minha cor onde o respeito fosse a bola da vez e talvez eu cante um dia assim para vocês pois por enquanto eu vejo apenas o bagulho doido queria um dia eu cantar uma canção pra todos pois por enquanto somente poucos pois so os louco entende que a paz so pra alguns nao é paz sequer é permanente com um boom bap ao fundo entre scrash bom quem sabe um som de tom jobim eu fazendo verso de uma tarde quente de verao sem fim seria assim mas ai de mim infeliz por ter que fazer um som em cima da mina chamada de preta fedida,macaca por ter o desprazer de viver numa sociedade de justiça falha esquecer a abordagem rotineira que termina em velório dos manos se matando nos guetos porque plantaram somente pra si todo o ódio é tanta raiva e angustia que que nao cabe apenas em uma canção olhar as chances perdidas as vidas feridas nos centros periféricos nem frisar ao falar quando se enrica com a fé alheia nos núcleos evangélicos queria um rap lindo sem falar de problemas do rodo cotidiano que agente infelizmente enfrenta queria falar de flores mas olhando ao redor so resta espinho pisaram as flores so restam dores queria eu ser positivo nessa canção dizer que na nação nao tem alguem sangrando no chao com um coral e uma melodia linda e harmoniosa pra eu poder falar de rosa e nao de polvora

4 years ago

pesado drx

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